Rodobens e União criam consórcio de R$ 1 bilhão ( 6/7/2010 )
A Rodobens Consórcio e o Consórcio União anunciaram a criação da União Rodobens Consórcio, empresa que já nasce administrando mais de R$ 1 bilhão de ativos e mais de 55 mil cotas ativas em sua carteira. Será formada pela migração dos clientes do Consórcio União e parte da carteira dos clientes da Rodobens Consórcio.
"A Rodobens continuará atuando normalmente em seus canais tradicionais, e, nessa nova operação, unirá forças e expertises para desenvolver o setor e otimizar, operacional e comercialmente, o negócio", disse o diretor da Rodobens, Ronald Macedo Torres.
O diretor geral do consórcio União, Rodolfo Montosa, disse que terá o mesmo cargo à frente da nova empresa, e que a União Rodobens Consórcio pretende inaugurar um modelo inovador de parcerias no mercado, onde administradoras interessadas em participar compartilham suas carteiras e as melhores práticas de atuação. "Assim, compartilhando e otimizando as operações, conforme o que cada empresa associada tem de melhor, cada parceiro pode se dedicar à alavancagem de suas vendas. Acreditamos que, brevemente, outras administradoras possam compartilhar o modelo conosco. É o consórcio do consórcio".
A União Rodobens Consórcio comercializará cotas de imóveis, automóveis, motos, caminhões, além de consórcios de serviços. A nova empresa terá sua gestão compartilhada e a meta é alcançar 250 mil consorciados ativos até 2013. "Unimos credibilidade, força e know-how das duas empresas. Com isso, pretendemos atingir uma carteira de R$ 4,5 bilhões de ativos ao final de três anos".
Além de concentrar sua atenção na expansão das vendas, as administradoras parceiras têm a vantagem de ganhar volume e ainda atuar em segmentos e faixas que não tinham. "O Consórcio União, por exemplo, não atuava no segmento de caminhões, setor que temos larga experiência. Com esta parceria, o União passará a operar também neste segmento e ainda com diversas faixas de crédito que não faziam parte do seu portfólio", comentou Montosa, acrescentando que "esta é uma operação ganha-ganha".
Fonte: Monitor Mercantil
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